O que esta ferramenta verifica (mais de 30 rejeições da tabela oficial da SEFAZ,
todas verificáveis só a partir do conteúdo do XML): estrutura e campos obrigatórios; dÃgito
verificador e formato da chave de acesso (rejeições 227, 236, 253, 502, 561, 562, 614–619); CNPJ/CPF
de emitente e destinatário (207, 208, 237, 401); CFOP — formato, direção entrada/saÃda, coerência
com devolução e com operação interna/interestadual (327, 328, 518, 519, 733, 770); CST/CSOSN x
regime tributário do emitente (590, 591); NCM/CEST/GTIN (611, 612, 777); nota complementar e de
devolução sem referência (254, 321); ambiente de homologação (373, 598); datas inconsistentes
(212, 506); e soma dos itens batendo com os totais da nota — produtos, ICMS, ICMS-ST, IPI, PIS,
COFINS, frete, seguro, desconto e valor total (532–538, 564, 602–604, 610).
O que ela NÃO verifica: duas categorias ficam de fora, por motivos diferentes.
(1) Rejeições que só a própria SEFAZ consegue checar, porque dependem de consultar o banco de
dados dela ao vivo — duplicidade de transmissão, uso denegado do CNPJ, nota já cancelada/inutilizada,
validade de certificado digital, credenciamento do emitente. Nenhuma ferramenta consegue verificar
isso sem transmitir a nota para a SEFAZ. (2) Regras de coerência fiscal mais sutis, que exigem
interpretação de legislação (ex.: se um CST de PIS/COFINS especÃfico é o mais adequado para
determinado CFOP/NCM). Essa lista de cobertura só cresce — se você encontrar outra rejeição que
deveria estar aqui, me avisa que eu adiciono.